O UOL entrou em contato com a PF para comentar o caso e aguarda retorno.
O novo exame foi solicitado pela família da vítima, que questionou as conclusões apresentadas pelos legistas indonésios. Segundo o documento feito no país asiático, a brasileira sofreu um trauma contundente e morreu de hemorragia decorrente de lesões em órgãos internos.
Nova perícia confirmou resultado da anterior
O procedimento feito no Brasil confirmou o que havia sido apresentado. Neste, também foi concluído que a causa imediata da morte da jovem foi uma hemorragia interna em razão de lesões poliviscerais e politraumatismo compatíveis com impacto de alta energia cinética.
De acordo com o laudo, a brasileira teria sobrevivido por no máximo 15 minutos após o trauma. Os peritos não conseguiram precisar a hora exata da morte devido às condições em que o corpo chegou ao Brasil.
Os profissionais ainda indicaram que a brasileira pode ter sofrido psíquica e fisicamente por um período “agonal” antes da sua morte. Juliana também pode ter vivenciado “intenso estresse endócrino, metabólico e imunológico”.
noticia por : UOL




