Um gendarme argentino detido na Venezuela sob a acusação de terrorismo está há sete meses sem contato com advogados ou familiares, denunciou nesta segunda-feira sua mulher, María Alexandra Gómez.
A prisão de Nahuel Agustín Gallo ocorreu em 8 de dezembro, quando ele entrava na Venezuela pela fronteira terrestre com a Colômbia para se reunir com a mulher e o filho, denunciou, então, o governo argentino.
“Passaram-se sete meses e ainda não há nenhuma explicação, 218 dias sem um mandado de prisão, registros em nenhum tribunal, direito a advogado ou comunicação com a família”, publicou María Alexandra no X. “O desaparecimento forçado é um crime contra a humanidade.”
noticia por : UOL





