Para a agência de exportação, “o forte interesse é impulsionado pelas recentes tarifas impostas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a produtos brasileiros”. “A medida vem levando o setor produtivo a buscar mercados alternativos aos EUA”, diz.
A programação inclui seminário empresarial, reuniões setoriais e visitas técnicas a áreas como alimentos e bebidas, indústria aeroespacial, tecnologia, transição energética e saúde.
Em 2024, o comércio bilateral superou US$ 12 bilhões, consolidando o México como o segundo maior destino das exportações brasileiras na América Latina.
Mas existe, dentro do governo, um compromisso em retomar as negociações para ampliar um acordo de comercial com o México. O processo vem sendo debatido por anos. Mas sem resultados concretos.
No final de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem tratando desse tema com a presidente Claudia Sheinbaum, por telefone. Na conversa, o brasileiro insistiu sobre a importância de aprofundar as relações econômicas e comerciais entre os dois países. Para ele, essa aproximação ganha ainda mais relevância no “atual momento de incertezas”.
Recentemente, o governo mexicano anunciou a abertura de seu mercado para a carne bovina brasileira. Em apenas um ano, as exportações tiveram uma expansão de mais de 800%. Apenas no primeiro semestre de 2025, as vendas nacionais de carne bovina passaram de 3 mil toneladas para 16 mil toneladas ao mercado mexicano.
noticia por : UOL





