6 de março de 2026 - 21:02

Israel diz que Hamas entregou mais dois corpos de reféns à Cruz Vermelha neste sábado; ainda faltam 16

Hamas usa escavadeiras para procurar corpos de reféns
O exército israelense informou neste sábado (18) que o Hamas entregou mais “dois caixões de reféns mortos” à Cruz Vermelha em Gaza. Com isso, os restos mortais de 12 dos 28 reféns que morreram na Faixa de Gaza foram devolvidos.
Os nomes dos dois reféns ainda não foram divulgados, segundo a AP.
A entrega dos corpos é um passo importante do acordo do cessar-fogo entre Hamas e Israel, e o governo tem pressionado o Hamas para entregar os restos mortais quanto antes.
O Hamas afirma que a devastação, os artefatos explosivos não detonados e o controle militar israelense de algumas áreas em Gaza estão dificultando o processo.
Ajuda humanitária pausada até a entrega total
Nos últimos dias, devido à demora do Hamas para entregar os restos mortais de todos os 28 reféns que morreram na Faixa de Gaza, Israel avisou à ONU que decidiu limitar a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
Segundo a agência de notícias Reuters, o governo israelense permitirá a entrada de apenas 300 caminhões de ajuda humanitária — metade do número previamente acordado — em Gaza a partir desta quarta-feira (15), e nenhum combustível ou gás será autorizado a entrar no território, exceto para necessidades específicas relacionadas à infraestrutura humanitária.
Autoridades israelenses afirmam que o Hamas descumpriu o acordo de cessar-fogo assinado na semana passada, no qual o grupo se comprometeu a libertar todos os 48 reféns que estavam em Gaza, incluindo os corpos de 28 vítimas.
Na segunda-feira (13), além de entregar os primeiros quatro corpos, o Hamas libertou os 20 reféns vivos. No entanto, pediu mais tempo para a devolução dos demais, alegando não saber onde estão os restos mortais de todos.
Após a assinatura do cessar-fogo, a Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa para buscar os corpos que continuam desaparecidos na Faixa de Gaza. A operação deve contar com o apoio dos Estados Unidos e de Israel.
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Fonte: G1

6 de março de 2026 - 21:02

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