Por exemplo, sobre o termo ‘corredentora’, o texto afirma que seu uso é inoportuno, pois requer muita explicação. O próprio documento ressalta que a participação de Maria quanto à redenção não a torna redentora. Com isso, a Igreja apenas busca evitar interpretações equivocadas sobre isso para católicos menos esclarecidos ou pessoas de outras confissões religiosas. Por exemplo, um evangélico que pode questionar: ‘Mas como assim, se Jesus é o único redentor?’. Essas interpretações surgem porque nem todos conhecem a base teológica da Igreja, especialmente no que diz respeito à teologia mariana. Por isso, o documento declara que é melhor evitar certas definições que possam causar algum problema.”
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Fonte: G1





