Toffoli está atuando como se fosse um juiz de instrução, figura que não existe no nosso sistema constitucional. O ministro não pode, pela proibição constitucional, subtrair atribuições reservadas ao Ministério Público e à polícia judiciária, como está fazendo.
O Banco Central move-se com muita cautela porque o inquérito é sigiloso, e os crimes em apuração são escabrosos, para dizer o mínimo.
Como suspeito ou como testemunha que pode se implicar em razão de rumos tortuosos impostos por Toffoli, Aquino tem a garantia constitucional de invocar o silêncio.
O Banco Central, pós-esclarecimentos de Toffoli, poderá entender por bem não apresentar Aquino. A razão é simples: ninguém está obrigado a cumprir ordem manifestamente ilegal, inconstitucional.
noticia por : UOL






