Outra distinção importante, segundo Livingstone, na nova Doutrina Monroe é o alvo da mensagem americana: enquanto no passado o recado era para potências europeias, que haviam colonizado a América Latina, desta vez o “concorrente não hemisférico” é a China — cujo crescimento econômico se baseia em parte nos seus investimentos feitos na região.
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Fonte: G1





