Protegida e ex-chefe de gabinete do presidente Rodrigo Chaves, Fernández prometeu continuar com suas políticas de segurança rígidas, propostas populistas e mensagem anti-establishment. Embora a reeleição consecutiva não seja permitida na Costa Rica, Fernández prometeu incluir Chaves em seu governo.
“A mudança será profunda e irreversível”, disse Fernández durante seu discurso de vitória, anunciando que a Costa Rica estava entrando em uma nova era política. A segunda república da nação centro-americana, que começou após a guerra civil de 1948, “é coisa do passado”, disse ela.
“Cabe a nós construir a terceira república”, disse Fernández aos apoiadores que agitavam bandeiras em San José. Na Fonte da Hispanidad, um ponto popular de comemoração nacional para eventos esportivos ou políticos, os apoiadores de Fernández se reuniram de carro e a pé, agitando bandeiras e jaguares de pelúcia, um símbolo adotado pelo partido de Fernández.
Álvaro Ramos, economista centrista e seu adversário mais próximo, garantiu cerca de um terço dos votos, enquanto Claudia Dobles, arquiteta progressista e ex-primeira-dama, ficou com pouco menos de 5% dos votos.
“Precisamos continuar lutando, esse é o nosso trabalho, esse é o nosso compromisso”, disse Ramos durante discurso, acrescentando que apoiaria Fernández nas decisões que beneficiassem o país, mas se oporia a ela quando não fosse o caso.
noticia por : UOL






