
O presidente dos EUA, Donald Trump, em 11 de março de 2026
REUTERS/Kevin Lamarque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (12) que impedir o Irã de obter armas nucleares é mais importante do que controlar os preços do petróleo.
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“Os Estados Unidos são, de longe, o maior produtor de petróleo do mundo, então, quando os preços do petróleo sobem, ganhamos muito dinheiro. MAS, para mim, como presidente, é de interesse e importância muito maiores impedir que um império do mal, o Irã, obtenha armas nucleares e destrua o Oriente Médio e, inclusive, o mundo”, disse Trump em sua plataforma Truth Social.
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Trump tem oscilado em suas declarações sobre o conflito, iniciado pelas forças dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro com grandes bombardeios que mataram o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e boa parte da cúpula governamental do país.
No início da semana, ele chamou a ofensiva de “excursão curta”, mas depois também declarou aos seguidores que sua obrigação é “terminar o trabalho” iniciado.
O conflito provoca grande nervosismo em todo o planeta porque quase 20% do petróleo mundial trafega pelo Estreito de Ormuz. Além disso, Teerã atacou vários petroleiros.
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O Irã pode ter começado a instalar minas na área do estreito, apesar dos ataques americanos, que, segundo Trump, atingiram pelo menos 28 navios de instalação de minas da Marinha iraniana.
As Forças Armadas dos Estados Unidos “não estão preparadas” neste momento para escoltar petroleiros através do estratégico estreito porque todos os seus recursos estão mobilizados para atacar o Irã, afirmou o secretário de Energia americano.
“Vai acontecer relativamente em breve, mas não pode acontecer agora. Simplesmente não estamos preparados”, disse Chris Wright ao canal CNBC. “Neste momento, todos os nossos recursos militares estão focados em destruir as capacidades de ataque do Irã e da indústria manufatureira que abastece as capacidades ofensivas”.
Wright acrescentou que é “bastante provável” que as operações de escolta aconteçam no fim deste mês.
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Fonte: G1





