Esta é sua primeira eleição sem o pai, falecido em 2024. No domingo da eleição, visitou o seu túmulo.
“Sinto falta”, disse em uma entrevista à AFP na véspera da eleição. “Mas aonde quer que eu vá, as pessoas me lembram e me contam histórias, que é a coisa mais linda”, comentou.
Milhões de peruanos, no entanto, se negam a votar em qualquer membro deste clã de origem japonesa, uma rejeição que, há décadas, polariza o país andino.
“Nos últimos 25 anos, fomos governados por governos antifujimoristas”, diz Fujimori, embora faça uma exceção ao de Alan García (2006-2011). “Todos os demais se dedicaram a insultar, a gerar ódio e divisão entre os peruanos”.
Com a onda de criminalidade que atinge o país, ela acha que seu sobrenome é, na verdade, um ativo: “Eu acho que o tempo, a história, está dando ao meu pai o lugar que ele merece”.
Vista como uma política beligerante, esta mãe de duas filhas, divorciada, busca agora suavizar sua imagem e se apresentar de forma mais conciliadora.
noticia por : UOL






