
EUA e Irã elevam tom de ameaças após troca de acusações de ataques no estreito de Ormuz
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse nesta terça-feira (5) a operação que as forças norte-americanas fazem no Estreito de Ormuz é pacífica, mas atacará com “poder de fogo esmagador” caso o Irã ataque navios que cruzem o canal.
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Hegseth reivindicou que os EUA, e não o Irã, têm o controle sobre o Estreito de Ormuz, em meio à escalada das tensões entre EUA e Irã no canal. Na segunda-feira (4) os dois lados afirmaram ter disparado contra embarcações inimigas, apesar de o cessar-fogo ainda estar em vigor.
O secretário afirmou que os EUA “não estão procurando briga” e afirmou que o “Projeto Liberdade”, nome que o governo de Donald Trump deu à operação militar no Estreito de Ormuz, pretende ser temporário, até que o fluxo de embarcações pelo canal seja restabelecido.
“O Irã é claramente o agressor, assediando navios civis, ameaçando marinheiros de todas as nações e militarizando um ponto crítico para seu próprio benefício financeiro”, disse Hegseth. “O Projeto Liberdade é de natureza defensiva, focado em seu escopo e temporário em sua duração, com uma missão: proteger a navegação comercial inocente da agressão iraniana. Não estamos procurando uma briga”.
O presidente dos EUA, Donald Trump, lançou na segunda-feira uma nova operação, chamada Projeto Liberdade, em sua tentativa de retomar o controle do Estreito de Ormuz após o Irã fechar o canal desde o início do conflito, entre os EUA e Israel em 28 de fevereiro.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, e o chefe das Forças Armadas dos EUA, Dan Caine, em entrevista para dar balanço da guerra com Irã, em 5 de maio de 2026.
Kevin Lamarque/ Reuters
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Fonte: G1






