Inconformada, a jornalista Marcela Munhoz, de acordo com o processo, mandou o rapaz “tomar no cu”.
“É possível visualizar, pelas imagens captadas pelas câmeras de segurança, a repórter, que faz gesto correspondente à expressão ‘vai tomar no cu’ e ainda diz a expressão com gestos labiais, sem, contudo, emitir o som”, declarou, na sentença de primeira instância, a juíza Melina de Medeiros Ros.
Na reportagem exibida pelo programa, o apresentador Eleandro Passaia ainda chama o empresário de “ignorante”, “estúpido, “covarde” e “machão”.
A repórter e o apresentador também foram condenados.
Eles recorreram, mas os desembargadores do Tribunal de Justiça mantiveram a condenação por considerar que o caso configurou “uma agressão direta à honra e imagem do autor do processo e que a liberdade de imprensa não pode se sobrepor aos direitos fundamentais de inviolabilidade da imagem e da honra” do proprietário do estabelecimento.
Na defesa apresentada à Justiça, a Record e os jornalistas argumentaram que a reportagem tinha como objetivo divulgar as enchentes na cidade e que, em nenhum momento, os limites da liberdade de informação foram ultrapassados.
noticia por : UOL




