“A Estação Naval da Baía de Guantánamo é um centro operacional e logístico vital, que apoia os esforços militares dos Estados Unidos para combater ameaças que minam a segurança, a estabilidade e a democracia em nosso hemisfério”, afirmou.
Já o Ministério das Forças Armadas de Cuba detalhou que durante o encontro “foram abordados temas relacionados à segurança em torno do perímetro divisório do enclave militar” americano.
Cuba teria considerado distintos cenários para utilizar drones contra a base de Guantánamo, e até mesmo contra o território dos Estados Unidos, segundo informou há algumas semanas a imprensa americana.
Apesar da tensão, ambos os governos afirmam manter seus contatos diplomáticos, ainda que tratem com discrição o andamento das conversas. Nesta quinta-feira, Havana questionou a postura de Washington no diálogo bilateral.
“Esperamos que prevaleça a via do diálogo” em um momento em que “as ações agressivas que o governo dos Estados Unidos empreende contra Cuba colocam em dúvida a seriedade e responsabilidade com que assume esse processo”, comentou a vice-chanceler cubana, Josefina Vidal, em uma audiência parlamentar.
A diplomata, de 65 anos e figura-chave no restabelecimento das relações entre os dois países em 2015, destacou que Havana apostou no diálogo, mas “não para que os Estados Unidos tentem dominar o destino de Cuba por meio da pressão, da coerção e da ameaça de agressão militar”.
noticia por : UOL






