Outra tendência: “coffee parties”, uma espécie de balada pela manhã que é sucesso em Londres e Berlim. O restaurante Choribar, também em Pinheiros, promove sua “coffee party” uma vez por mês. E a Casa Hario, no Itaim Bibi (zona oeste), faz a sua esporadicamente. A diversão dura até 15h.
Falando em horário, o Baixo Gastronômico, na Vila Madalena (zona oeste), estabeleceu hora para entrar e também sair das refeições. O restaurante funciona apenas aos sábados e em uma sexta-feira do mês.
A feijoada é seu carro-chefe, mas quem vai comer não pode eternizar sua permanência à mesa. Os horários são rígidos: quem entra 12h tem de ir embora às 14h, e quem chega às 14h30 precisa sair às 16h30.
“Implementar esse tipo de ideia nunca é simples. No começo, o pessoal estranhou, mas está funcionando”, conta Ivan Santinho sobre a feijoada no Baixo Gastronômico.
Uma última tendência é a das bebidas high-tech. A Joya Boulangerie, na Vila Madalena, importou uma máquina americana Nitron para injetar nitrogênio em drinques como o mate com tangerina. Também trouxe a cafeteira italiana Gaggia Milano La Reale, avaliada em R$ 180 mil, para extrair nuances sensoriais do café com precisão milimétrica.
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