Funcionário explicou atraso e disse que documento não poderia ser entregue naquela momento. Após insistir no atendimento, Germán teria perguntado em voz baixa: “A quem temos de pagar?”. Segundo a ação, o executivo voltou ao escritório com US$ 10 mil dólares em espécie (cerca de R$ 50 mil na cotação atual) e disse: “Pegue isso e faça meu passaporte rapidamente.”
Servidor chamou a segurança e alertou colegas sobre tentativa de suborno. Germán, por sua vez, teria acusado o funcionário de pedir dinheiro. O caso segue em andamento
Executivo também teria comunicado falsa ameaça de bomba em hotel. De acordo com o jornal, o episódio ocorreu em agosto de 2013, quando ele estava hospedado no Hotel W, localizado em Las Condes, região leste de Santiago.
Homem trocou de quarto por duas vezes. Depois, ele teria dito a um funcionário que precisava retornar ao quarto original porque havia “deixado uma bomba lá para matar todos os muçulmanos”. O estabelecimento acionou o protocolo de segurança, mas nenhum explosivo foi encontrado.
Germán Naranjo não chegou a ser preso no caso e recebeu apenas uma advertência. O Ministério Público pediu o arquivamento da ação em setembro de 2013.
Prisão de suspeito em território brasileiro
PF prendeu na sexta-feira Germán Naranjo Maldini. Ele é suspeito de fazer ofensas racistas, homofóbicas e xenofóbicas contra comissários de bordo da Latam durante um voo para a Alemanha. O caso ocorreu em 10 de maio, no trajeto entre Guarulhos e Frankfurt, com escala em Santiago, e o executivo foi detido no retorno ao Brasil.
noticia por : UOL






