Nunes Marques, como se sabe, foi a pessoa buscada por Flávio Bolsonaro para o STF. Em outras palavras, Flávio sugeriu ao pai a indicação dele, um apagado desembargador federal, com ingresso na magistratura sem concurso público.
À época, Nunes Marques desejava entrar em lista de desembargadores para, caso selecionado, indicado e aprovado, integrar o STJ (Superior Tribunal de Justiça). Pelo empenho de Flávio, virou o indicado do pai, então presidente.
Ficou o lucro
Flávio saiu no lucro. Ficou barato o encerramento sumário, com nota da corte.
Se já estivessem em curso as fases de registro de candidaturas e propaganda eleitoral, poderia se cogitar o enquadramento do senador em crime eleitoral. Pela fake news em tela, poderia correr risco de cancelamento do registro da sua candidatura.
Num pano rápido. Flávio Bolsonaro quis testar a Justiça eleitoral. Logo depois da nota, acovardou-se, recuou estrategicamente. Enquanto isso, Nunes Marques se escondeu, colocando o TSE como biombo.
noticia por : UOL





