17 de agosto de 2026 - 6:39

Estrela do basquete desafia o ativismo trans e vira símbolo de uma mudança nos EUA

Uma jogadora criticou a participação de mulheres trans em competições esportivas e rapidamente foi condenada por ativistas, parte da imprensa e até gente da própria WNBA (a principal liga profissional de basquete feminino dos EUA). Em seguida, uma porta-voz da Casa Branca saiu em sua defesa e a elogiou por se manifestar sobre o tema, uma bandeira do presidente Donald Trump.

Mas a reação mais interessante veio das pessoas comuns, dos consumidores, que fizeram um tênis exclusivo da Adidas com o nome de Sophie Cunningham esgotar rapidamente nas lojas. A partir dali, o caso da jogadora deixou de ser apenas sobre uma frase controversa — e passou a mostrar o que acontece quando as instituições e o grande público já não veem o mundo do mesmo jeito.

Sophie não é uma novata tentando aparecer. Muito pelo contrário: a ala do Indiana Fever está entre os nomes mais conhecidos da WNBA. E isso muda totalmente a natureza do episódio.

Quando uma protagonista aponta um problema no esporte, a liga não pode simplesmente ignorar ou dizer que ela não entende do assunto. Ainda assim, a própria assessoria de imprensa do Fever chegou a retirar de um vídeo oficial um comentário da jogadora sobre o tema, feito durante uma entrevista coletiva.