A campanha de Flávio Bolsonaro recorreu ao STF após o ministro Flávio Dino liberar a veiculação dos posts no domingo (27). O senador buscou restaurar a proibição determinada inicialmente por Mendonça.
A defesa do candidato argumentou que o caso é sensível por causa da proximidade das eleições. “A informação falsa pode alcançar milhões de pessoas antes que qualquer reparação posterior produza efeito útil, comprometendo a legitimidade do processo”, disseram os advogados.
Fux justificou a urgência sob risco de perda de utilidade da ação após o pleito. O ministro ressaltou que sua liminar não anula a decisão de Dino, mas suspende seus efeitos até a deliberação do plenário.
Entenda a polêmica
Desde quinta-feira (24), viralizou nas redes sociais a informação de que Flávio apoiaria um projeto para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A polêmica remete a uma declaração de Flávio feita um mês antes. Na ocasião, ele afirmou que, caso eleito, um de seus primeiros atos seria “decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo”. A fala foi uma resposta às críticas por ter faltado a um debate da Band.
Flávio negou e afirmou que se trata de fake news. “Jamais faria isso”, afirmou. Ele também acusou a “milícia do PT” de espalhar a desinformação nas redes sociais. “Eu sempre respeitei todas as religiões. Todos sabem que eu sou cristão, que eu sou evangélico, mas que eu respeito todas as religiões”, disse.
noticia por : UOL



