Na semana passada Lula não foi à posse do novo presidente do Chile, o direitista José Antonio Kast, que havia convidado Flávio Bolsonaro para a cerimônia.
Tudo bem, Lula Superstar telefonou para o presidente Gustavo Petro, da Colômbia, e para Claudia Sheinbaum, do México, porque Donald Trump quer classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas, coisa que não são. Alta diplomacia.
Lula poderia ter ligado também para o prefeito Eduardo Paes. A Polícia Civil acabava de prender o vereador Salvino Oliveira (PSD), seu ex-secretário da Juventude. O doutor é acusado de uma conexão eleitoral com o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, um dos chefes do Comando Vermelho no Rio. Em tese, Paes é um aliado de Lula.
Outro assunto interessante para a conversa com Paes seria a prisão de 15 PMs do Rio que integravam a equipe de segurança do bicheiro Rogério Andrade.
Em outubro, Lula terá o voto dos colombianos e mexicanos preocupados com a segurança pública.
A renúncia de Cláudio Castro
Se o governador do Rio, Cláudio Castro, renunciar para tentar preservar sua elegibilidade, o tempo terá mostrado o preço da eleição de Wilson Witzel, na onda antipetista de 2018, e da reeleição de Castro.
Witzel teve trabalho para conseguir um vice e contentou-se com Cláudio Castro. Deposto em 2021, entregou o cargo a Castro, que viria a se reeleger em 2022, com quase 60% dos votos.
Os votos do Rio
Quem conhece a política do Rio teme que, na reta final da campanha, Eduardo Paes se afaste de Lula, aproximando-se de Flávio Bolsonaro.
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noticia por : UOL





