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O União Brasil deve absorver um grupo de peso que estava vinculado à federação PRD-Solidariedade.
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O União Brasil deve absorver um grupo de peso que estava vinculado à federação PRD-Solidariedade.
ANA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT
Após encerrar um ciclo de sete anos no Palácio Paiaguás, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) iniciou hoje (1) uma agenda intensa de articulação política para a montagem das chapas proporcionais de seu partido.
Mauro disse que, com a renúncia, passará a dedicar mais tempo à estruturação da agremiação, visando as definições que devem seguir até 4 de abril quando acaba o prazo da Justiça Eleitoral para que permite a parlamentares trocarem de legenda para disputar as eleições sem o risco de perda do mandato por infidelidade partidária. (Veja o vídeo no final da matéria).
“Vou ajudar a montar a chapa aí. Agora eu já tenho um pouquinho mais de tempo e posso me dedicar um pouquinho mais à articulação política“, explicou.
A movimentação ocorre em um cenário de rearranjo político. O União Brasil deve absorver um grupo de peso que estava vinculado à federação PRD-Solidariedade, após a destituição da executiva estadual pela cúpula nacional.
Sob a liderança de Mauro Carvalho, nomes como Alan Kardec, Gilberto Figueiredo, Mauro Savi, Juca do Guaraná, Paulo Araújo e Oracio Pereira devem migrar para o partido, juntando-se a pré-candidatos já estabelecidos, como a vereadora Michelly Alencar e o deputado Dilmar Dal Bosco, que permanece na sigla como um dos principais puxadores de votos.
Pré-candidato ao Senado, Mauro que é presidente estadual da agremiação confirmou para esta quarta-feira, às 10 horas, o ato de filiação do deputado federal Nelson Barbudo (PL) no União Brasil.
Sobre a engenharia para as vagas de deputado estadual e federal, Mauro revelou que o partido busca acomodar nomes competitivos, mencionando que a ida de Eduardo Botelho para o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) foi uma estratégia conversada para viabilizar a viabilidade eleitoral do grupo, enquanto Sebastião Rezende migra para o Republicanos.
Já o deputado Júlio Campos teria sinalizado que não disputará a reeleição, atendendo a um pedido familiar.
“Como governador, minha prioridade sempre foi cuidar do governo. Agora sou um cidadão que tem família e atividades profissionais, vai sobrar tempo para dar uma ajuda nessa reta final da formação partidária“, declarou o ex-gestor.
Mauro também comentou sobre a possível candidatura à federal da ex-primeira-dama, Virgínia Mendes, dizendo que a decisão final cabe exclusivamente a ela, após ouvir a família e amigos, mas garantindo que respeitará e apoiará qualquer que seja o caminho escolhido por ela.
Veja o vídeo:
FONTE : ReporterMT







